segunda-feira, 18 de março de 2013

Abril

Na horta

Sachar, mondar e, se necessário, regar, de preferência nas primeiras horas da manhã. Defender a horta dos ataques dos insectos e das lesmas com pesticidas apropriados. Semear: abóbora, alface, chicória, couve-galega, espinafre, ervilha, feijão, melancia, melão, nabiças, pepino e rabanete. Plantar ou transplantar: alface, batata, cebola, chicória, couves, pimentos e tomates.


No jardim

Concluir a poda das roseiras. Semear relva; aparar as sebes e a relva que esteja em pleno desenvolvimento. Plantar andorinhas, begónias, dálias, gladíolos, jarros amarelos, etc., mantendo-se o terreno mais ou menos humedecido, mas sem excesso. Melhorar os solos compactos incorporando-lhes terriços e restos de folhas. Sachar e adubar os talhões das roseiras que se mostrem enfraquecidos.

sexta-feira, 15 de março de 2013

Funcho ou Erva-doce


Habitat

Funcho é uma erva espontânea em várias zonas do Mundo, cresce em grandes extensões de terreno e em jardins.

História

A sua origem remonta á época dos romanos, que se adornavam com grinaldas de funcho, dado que também lhe eram atríbuidas propriedades afrodisíacas. Também era usado para enfeitar a tocha olímpica da maratona com os seus caules. A sua denominação provém do termo latino foenum (feno) devido á sua fragância.

Descrição

Planta herbácea vivaz, bienal para produção de fruto ou anual para produção de folhas. É dotada de um caule erecto, finamente canelado, apresentando folhas alternas recortadas em segmentos filiformes. No cimo deste caule ramificado aparecem umbelas compostas, formadas de diminutas flores amarelas. Os frutos são diaquênios com saliências longitudinais. Toda a planta liberta um perfume aromático. O funcho é actualmente cultivado, sob a forma de numerosos cultivares, tanto nos campos como nos jardins.

Sementeira

Na Primavera e no Verão com distâncias entre plantas na linha de 15 a 20 cm.

Transplantação

4 a 6 semanas depois de semeado em alvéolos.

Luz

Sol

Solos

Profundos de textura média, frescos e férteis, com boa drenagem. É tolerante á salinidade e à acidez.

Temperatura

Funcho não tolera geadas e está mais adaptado ao calor.

Rega

Particularmente importante na fase de formação do pseudobolbo, para evitar a floração precoce.

Adubação

Adubar com adubo orgânico

Floração

Verão

Pragas e doenças

Lepidópteros ( Spodoptera littoralis ) e Agrostis spp .. Como doenças mais importantes a Botrytis cinerea , Pythium spp. e Sclerotinia sclerotiorum .

Multiplicação

Funcho propaga-se por semente.

Colheita

Colher os frutos em Setembro, Outubro. As sementes quando tiverem maduras e devem ser secas e escolhidas.

Conservação

Conservar as sementes de Funcho em local seco dentro de invólucros bem fechados.

Aplicações medicinais

Partes utilizadas

Frutos (sementes), bases dos pecíolos e bainhas das folhas. As raízes do Funcho também são utilizadas em fitoterapia.

Propriedades

Aromático, estimulante, expectorante, purificante, rubefasciente, tónico.

Componentes

Contém até 6% de um óleo essencial, cujos principais componentes são o anetol e a fenchona, possuindo também albuminas, açúcares e mucilagem. trans-anetolo, estragolo, fencone, alfa-fellandrene.

Indicações

As sementes têm um efeito espasmolítico (músculos lisos), analgésico (cólicas) e carminativo (eliminação de gases intestinais). As tisanas à base de funcho são recomendadas contra a diarréia assim como contra a obstipação, para favorecerem a secreção láctea, contra as doenças do aparelho urinário e no tratamento complementar da diabetes.
A essência de funcho serve para fabricar uma água de funcho (Aqua foeniculi) usada em gargarejos e para lavagens oculares.

Contra-indicações

Não usar na gravidez e em asmáticos com forte tendência alérgica.

Outros usos

funcho é usado industrialmente na cosmética, confeitaria e fabrico de licores. É uma excelente planta melífera. Com um intenso aroma que faz lembrar o anis, combina muito bem com natas e é também óptimo para rechear a barriga de um peixe que vá a assar. As suas folhas picadas resultam igualmente sobre saladas, batatas, pratos de arroz ou em molhos para pastas.
Fonte: www.loja.jardicentro.pt

quinta-feira, 14 de março de 2013

Insectos auxiliares

Os insectos auxiliares constituem um recurso natural gratuito e renovável, presente em todas as culturas. Ao seu elevado valor e acção benéfica na limitação e controlo das pragas, junta-se a responsabilização pela polinização das flores. Assim, a existência de flores é determinante para a sobrevivência destes pequenos seres que estão na base de uma complexa cadeia alimentar. Basta cultivar plantas com flor, privilegiando-se as variedades de flor singela em vez das dobradas, devido ao facto da produção de néctar e pólen ser inferior nas últimas.
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As árvores, os arbustos e as trepadeiras, quando bem seleccionadas em relação às suas flores e frutos, são indispensáveis como fornecedores de abrigo e alimento a animais; espécies não exóticas têm superior capacidade de atrair insectos. Ao serem criadas as condições para a existência de insectos, de uma forma natural surgirão as aves, também elas indispensáveis ao controlo de certas pragas, sendo de extrema importância para o equilíbrio natural.
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Alguns exemplos

Joaninhas A utilização da joaninha no combate a certas pestes é um método natural a considerar pela sua simplicidade, inexistência de efeitos secundários e o não afectar o meio ambiente que é normalmente tão castigado com químicos. Tanto os adultos como as larvas são vorazes predadores de afídeos e acarídeos, que são na sua generalidade considerados pestes dos espaços verdes, bem como de outras pragas de corpo mole que existem sobre a vegetação. Cada larva consome cerca de 200 presas até atingir a maturidade, o que a torna num eficiente agente natural de limitação de muitas pragas.

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Afidiídeos Os afidiídeos (Aphidius) são vespas parasitóides de cor preta, medindo aproximadamente de 2 a 5 mm de comprimento. Os adultos alimentam-se da melada dos afídeos.
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Aranhas As aranhas têm-se revelado excelentes reguladores de pragas em sistemas agrícolas e muitas são conhecidos predadores de cigarras-verdes.

Mais exemplos aqui.

quarta-feira, 13 de março de 2013

Sementeiras e consorciações

Abóbora Dois ou três pés de carabina em cada montículo afastarão os insectos das abóboras assim como dos pepinos; os nastúrcios repelem os percevejo da abóbora, assim como a cinza de tabaco quando colocados junto às sementes da abóbora junto à sementeira. As abóboras plantadas mais tarde ou mais cedo que o habitual normalmente não são atacadas pelas pestes.

Alface Semear em sulcos de cebola verde apanhada, o composto existente nos sulcos das cebolas alimenta as alfaces e repele os coelhos; cresce bem em conjunto com os morangos, o pepino, a cenoura, as cenouras e os rabanetes; exige tempo frio e muita humidade, a semente não germina em tempo muito quente; no Verão, as alfaces já germinadas precisam de sombra.

Alho Poderoso combatente dos mosquitos; óleo feito com emulsão de alho constitui um insecticida que mata 89% de pulgões e moscas da cebola; o alho criado com estrume orgânico é mais eficiente que o que é criado com fertilizantes químicos, pois nesse caso não há húmus suficiente para o desenvolvimento de fungos. O alho cultivado em torno de árvores de fruto evita as brocas (larvas perfuradoras de insecto). Contudo, os alhos inibem o crescimento das ervilhas e do feijão; plantar alho com o tomate contra a aranha vermelha.

Beringela O amaranto de raiz vermelha torna as beringelas mais resistentes ao ataque de insectos. A polvilhação das plantas, enquanto húmidas do orvalho, com pimenta de Caiena seca, afasta as lagartas. Quando cultivada entre o feijão-verde, não é atacada pelo escaravelho da batateira.

Beterrabas Desenvolvem-se bem junto do feijoeiro, cebolas ou rábanos; as alfaces e a maioria dos membros da família de couve dão-se bem quando cultivados junto às beterrabas.

Brócolos Desenvolvem-se bem com as plantas aromáticas como o aipo, o aneto, a camomila, a salva, a hortelã, o alecrim, as batateiras, a beterraba e a cebola; não plantar junto do tomateiro, feijão de trepar ou morangueiro.

Cebola Desenvolve-se bem consociada com couves, beterrabas, morangos, tomateiros, alface, segurelha e camomila. A lagarta da cebola passa de umas plantas para outras quando dispostas em linhas, para o controlo dessa praga convém espalhar as plantas por toda a horta em vez de ordenar em fileiras. Uma solução em água de pele de cebola aplciada 3 vezes durante 5 dias.

Cenoura Cebolas, alhos-porro, alecrim, absinto e salva actuam como repelentes da mosca da cenoura; desnvolve-se bem quando consociada com alface e tomateiro.

Coentro Repele afídeos a que são imunes. Tem quatro vezes mais caroteno que a salsa, três vezes mais cálcio, mais proteínas e sais minerais, mais riboflarina, vitamina B e niacina.

Couves Muito ajudadas pelas aromáticas e plantas com flores como o aipo, o aneto, a camomila, a salva, a hortelã, o alecrim, as cebolas e as batatas. Dão-se mal junto dos morangueiros, tomateiros e feijão de trepar.

Couve-flor
A borboleta branca da couve é repelida quando se cultiva aipo perto da couve-flor, mas esta dá-se mal quando é cultivada junto do tomate e dos morangos.

Folhas de chá Misturá-las nas sementes de rabanete e de cenoura para afastar larvas e vermes.

Manjerico Ajuda o tomateiro a proteger-se dos insectos e doenças, melhorando-lhe também o crescimento e o sabor; é preferível cultivá-la em filas paralelas às dos tomateiros em vez de no meio deles; efeito repulsivo sobre as moscas e mosquitos.

Pepino Desenvolve-se bem em conjunto com o feijão, as ervilhas, os rabanetes e o girassol; preferem a sombra; enterrar 2 ou 3 sementes de rabanetes nas plantações de pepino para os proteger dos escaravelhos; se forem atacados por nemátodos, pulverizar com água açucarada.

Salsa Misturada com sementes de cenoura ajuda a repelir a mosca desta hortícola devido ao seu aroma.

Horta biológica - dicas


Solução de tabaco Dois punhados de folhas secas (200g) ou de pontas de cigarros, fervidos 15 a 20 minutos em 2 litros de água; acrescentar sabão, misturar e deixar arrefecer antes de filtrar; diluir com 5 litros de água e aplicar uma vez por semana. Eficaz contra a broca das hastes do milho, lagartas, afídeos, moscas e gorgulhos, assim como contra carrapatos nos animais.


Pimenta-malagueta Picar uma chávena de pimenta-malagueta (cuidado para não esfregar os olhos), acrescente 2 litros de água, deixar de molho na água por dois ou três dias ou ferva por 15 minutos; acrescentar sabão em pó ou lascas de sabão, misturar e filtrar. Aplicar uma vez por semana durante a estação seca. Durante a estação húmida, aplique três vezes por semana. Eficaz contra as lagartas, os afídeos e as formigas.


Piretro Secar meio quilo de flores recém abertas, esmigalhe as flores secas, ferver 15 a 20 minutos em 2 litros de água. Acrescentar sabão, misturar e filtrar antes de usar. Eficaz contra os afídeos, as moscas brancas e as cochonilhas.



Mamão Juntar 1 kg de folhas de mamoeiro, duas colheres de chá de querosene e deixar de molho em 10 litros de água por três horas. Filtrar e salpicar as plantas. Eficaz contra várias pragas.


Cinzas de madeira e de debulho de arroz Juntar as cinzas de debulho de arroz ou madeira queimada (eucalipto e cipreste são as mais eficazes). Salpicar as cinza ao redor das plantas jovens. Continuar a salpicar cinzas novas por duas ou três semanas até que as plantas estejam bem estabelecidas. Outra alternativa é fazer uma vala com 8 a 10 cm de largura ao redor do canteiro inteiro e enchê-la com cinzas. Eficaz contra roscas, caracóis, lesmas e mariposas-do-nabo.

segunda-feira, 11 de março de 2013

Espargos


Cultivar espargos


Local: Bem drenado e, importante, sem ervas daninhas perenes. Os espargos são plantas perenes, podendo estar em produção durante 20 anos. As raízes são superficiais, pelo que é não é recomendável a sacha para controlo de infestantes; será preferível um bom controlo inicial das ervas daninhas e a utilização de palhagem.

Sementeira: Ao ar livre, no início da Primavera. As plantas devem ser desbastadas de modo a ficarem a 15cm umas das outras. No início da Primavera seguinte, as raízes, vulgarmente chamadas coroas, devem ser transplantadas para o local definitivo.

Plantação: Numa vala com 20cm de fundo e 30cm de lado, fazer um aterro ao longo do meio, com 10cm de altura, por forma a permitir colocar os centros das coroas superficialmente e as raízes espalhadas pelos lados mais fundos. As plantas devem ficar à distância de 40cm umas das outras. Tapar a vala com terra e cobrir com uma camada de palhagem ou composto.





Cultivo: Manter o canteiro erradicado de ervas daninhas. Regar em tempo seco. Estacar a folhagem, com canas espetadas no intervalo das plantas e cordel entre elas para amparar as folhas, que tombam facilmente com o vento. No final do Outono, quando as folhas amarelecem, devem ser cortadas rente ao solo e o canteiro coberto com uma camada de composto bem curtido.


Colheita: Mão efectuar colheita no ano a seguir à plantação; e só muito pouco, no caso do crescimento ter o aspecto de muito bom, na segunda primavera. No terceiro ano a partir de plantação, efectuar colheitas quando os turiões atingem a altura de 13 a 1 cm, usando uma faca afiada e executando o corte 2 cm abaixo da superfície do solo. A melhor época para fazer é de meados da Primavera a inícios do Verão. Nos anos a seguir, efectuar cortes durante as oito semanas seguintes, até meados do Verão.

domingo, 10 de março de 2013

Espinafres

Reconhecido como uma das hortaliças mais nutritivas, é indicado para pessoas anémicas e também ajuda a controlar a pressão arterial

Esta é uma hortaliça é rica em ferro, vitaminas A, B1, B2, B5, C, D, E, K, cálcio, fósforo, potássio, magnésio, ferro, sódio, enxofre, cloro e silício.Por conta de todas essas propriedades, é indicado para pessoas com anemia e desnutrição, além de ajudar no combate à pressão arterial alta e cálculos renais.

A hortaliça é fácil de plantar, pois não exige muito espaço. Uma opção para locais com pequena área disponível é o uso de caixas com altura de 20 a 25 centímetros.

O cultivo da hortaliça é simples, já que não é das mais exigentes; é também rústica, com boa resistência a pragas e doenças

O espinafre também é rústico e tem resistência a muitas pragas e doenças. Contudo, fungos e insectos são seus maiores inimigos. Eles comem as folhas ou sugam a planta. Deixar a horta sempre limpa ajuda a evitar a presença dos invasores.

O espinafre pode ser consumido em saladas, sopas, suflês, omeletes e no recheio de tortas, massas e quiches. O melhor é utilizar as hortaliças com folhas verdes uniformes, sem sinais de estarem murchas e pontos escuros. Como tem durabilidade baixa, o espinafre precisa ser conservado no refrigerador, onde se mantém por no máximo cinco dias.

Plantio: o ano todo
Solo: leve e fértil, com textura média
Temperatura: de 18 a 23 graus
Colheita: de 60 a 80 dias após o plantio
Produção: de 4 a 6 maços por metro quadrado


Cultivo - Pode ser feito por meio de sementes plantadas directamente no solo ou em sementeiras, para depois serem transplantadas para o canteiro. A hortaliça gosta de solos leves, de textura média, férteis e adubados a partir da análise de fertilidade.

Preparo - Em um vaso é possível cultivar a planta, mas em canteiros de cinco a dez metros quadrados há melhor aproveitamento para diversificar com cebolinha, salsa, couve, alface e cenoura.

Semear - Para acelerar a germinação, deixe as sementes imersas em água por 24 horas antes de serem plantadas. No plantio directo, coloque de duas a três sementes por cova, com profundidade de um a dois centímetros. O espaçamento entre covas pode mudar de acordo com a época do cultivo e variedade cultivada, entre outros factores.

Março

Na hortaContinuar os trabalhos iniciados em Fevereiro, nomeadamente os respeitantes a adubações, correcções, lavras e cavas, preparando-se os terrenos para as sementeiras e plantações para o presente mês e seguinte.
De preferência regar pela manhã, caso se verifique falta de água por escassez de chuvas, os talhões onde se efectuaram as sementeiras.
Proceder, se o tempo o permitir, às primeiras sachas das alfaces, alhos e outras culturas em desenvolvimento.
Semear: milho, trigo de primavera, cevada, luzerna e outras forragens, linho, abóboras, alfaces, beterraba, cenouras, ervilhas, espinafres, feijões, melancias, melões, nabiças, rabanetes, salsa, tomates e pepinos.
Plantar ou transplantar: batatas, cebolas, couves e espargos.

No jardimSemear: papagaios, sécias, cravos, ervilhas-de-cheiro, dálias, perpétuas, goivos, etc...

Fevereiro

Na hortaCavar, ou lavrar a fundo, os terrenos que estejam livres e em bom estado de enterrar estrumes e adubos fosfatados. Para a sementeira de melões, pimentos e tomateiros, preparar camas quentes.
Semear: abóboras, acelgas, alface, alho-francês, beterraba, cebolas, cenouras, coentros, couve-flor serôdia, couve-de-grelos, espargos, ervilhas, espinafres, favas, feijão, malaguetas, melancia, nabiças, nabos serôdios, pimentos, repolho, salsa, tomate, tronchudas.
Plantar batata.

No jardimExecução de caldeiras em volta das árvores e arbustos, onde se lança estrume que não deve ficar em contacto com as plantas (este estrume é coberto com terra na Primavera).
Semear: todas as flores anuais, cíclames, chagas, cólios, cosmos, ervilhas-de-cheiro, espargos, gipsófilas, mangericos, sécias, etc

Janeiro

Na horta Prosseguir a preparação de canteiros, talhões e leiras, cuja terra deverá ficar muito limpa, fofa e sem torrões. Como neste mês são frequentes as geadas, as plantas devem ser cobertas de noite. com esteiras, giestas, urzes, etc.
Semeia-se fava, ervilha, alface, rabanetes, couve-flor, bróculo, repolho, cebola, cenoura, etc.
Criar em viveiros todas as hortaliças.




No jardim  - Nos terrenos enxutos, já se pode semear sécias, zínias, papoulas, goivos, girassóis, miosótis e todas as plantas anuais ou de estação. Planta-se quase tudo neste mês. Quem ainda não podou as roseiras não deve deixar de o fazer agora, convindo também adubar bem os jardins, sem o que não pode obter-se flores.